Partilhando...

Compartilho as postagens desse blog com todos os educadores que amam a sua profissão, com educandos, pais, mães, enfim com todos os protagonistas do processo educativo que direta ou indiretamente participam da Arte de Educar.

Esse blog tem como foco a partilha de experiências. Acredito que poderemos democratizar saberes e ampliar nossos conhecimentos a partir da postagem de vivências realizadas na área educacional. Aqui você encontra dinâmicas, cine fórum, atividades... Olhe sempre os arquivos!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

JORNAL - 6º ANO

Para a realização da MOSTRA CULTURAL- LITERÁRIA , com o tema Em cena: a LEITURA! vários gêneros textuais foram vivenciados nas turmas da  Escola Municipal "Áurea C. de Queiroz" em Gurjão-PB. No 6º ano foi escolhido como subtema Paz na Escola - Diga não ao Bullying! , cuja temática foi  trabalhada através do gênero textual  jornal.  Educadores/as e alunos/as  se envolveram e construiram um jornal com suas produções escritas. Vale a pena ver!. Clique para aumentar a imagem e facilitar a leitura.
Um abraço, Zelma.





segunda-feira, 15 de agosto de 2011

PEDRO DEMO FALA SOBRE EDUCAÇÃO PELA PESQUISA


Olá pessoal 
Pedro Demo, PhD em Sociologia e professor da Universidade de Brasília (UnB), defende a importância da prática da pesquisa científica na escola, desde os anos iniciais. No vídeo, abaixo ele convida o professor a se apropriar da pesquisa como prática cotidiana, apresentando ações que estimulam a  pesquisa dos alunos.
Um abraço, Zelma. 


CINE FÓRUM 18 - HAPPY FEET - O Pinguim


Olá pessoal
            Esse filme foi trabalhado na disciplina COORDENAÇÃO/SUPERVISÃO PEDAGÓGICA pela professora e  amiga Vânia Nascimento. Trabalhamos juntas na universidade e como ela sabe que adoro trabalhar com filmes, em sala de aula,  me enviou esse material.
Um abraço, Zelma.

FICHA TÉCNICA


Título original: Happy Feet
Duração: 106 minutos (108  minutos)
Gênero: Animação
Direção: George Miller – Warrem Coleman- Judy Morris
Ano: 2006
País de origem: EUA

SINOPSE

Na nação dos pinguins imperador que moram na Antártica, a vida se resume basicamente a cantar. Isto causa grande preocupação para Mano, diferente de todos os pingüins ele não sabe cantar e sim sapatear, para o espanto de todos, inclusive de seu pai, Memphis, que diz que "isso não é coisa de pingüim”. Apaixonado por Glória, mas sem ter como conquistá-la, já que os pingüins fazem isso através da música, Mano se afasta de seu bando e conhece outra espécie de pingüins, os Adelie. Através de seus passos de dança ele acaba formando amizade com esse grupo de pingüins. Mas Mano não desiste de viver entre sua espécie, e tentará mostrar que a dança pode mover montanhas. Nisso, ele sai para uma busca para descobrir o que acontecia com os peixes que estavam sumindo. No final, ele descobre que são os humanos que estão acabando com os peixes.
Happy Feet em inglês significa Pés Felizes

Após assistir ao filme responda as questões, abaixo:

1.O filme tem início com o acasalamento dos Pingüins e seguindo um ritual. Como você relaciona o cuidado do Pai de Mano em relação aos pais que freqüentam as nossas escolas?
2. Como a diferença do Pingüim é recebida na escola por sua professora Sra. Viola?
3. Como os Pais de Mano se relacionam com o seu jeito diferente?  Qual é a reação deles?
4. O que a comunidade dos pingüins acha do Pingüim diferente?
5. As nossas escolas estão cheias de crianças diferentes como é feito essa socialização por parte da Coordenação/Supervisão Pedagógica?
6 - Como ser um bom Coordenador/Supervisor no mundo das diferenças?

domingo, 14 de agosto de 2011

REFLEXÃO - DIA DOS PAIS

Olá pessoal
Lindo esse poema de Pe. Fábio de Melo sobre o valor do PAI.
Com esse vídeo quero prestar minha homenagem e dar os parabéns a todos os pais que causam saudades aqueles que os perderam e alegria aqueles que ainda gozam de sua protetora e agradável companhia.
Um abraço, Zelma. 
 

DINÂMICA - DIA DOS PAIS


Olá pessoal
O Dia dos pais é uma época de comemoração com toda a família. Os encontros em família reúnem várias gerações avós, pais, tios... Portanto, esse é o momento de realizar uma atividade divertida e alegre  e pôr em prática uma dinâmica que movimentará esse encontro. Usando sua criatividade essa dinâmica "Caixa de Surpresas" poderá ser utilizada para encontros de pais, para o dia dos pais, para todos os dias, pois todos os dias é dia de demonstrar carinho e amor.
Um abraço, Zelma.

ORIENTAÇÔES PARA A REALIZAÇÃO DA DINÂMICA

Providencie caixas de vários tamanhos, uma deve caber dentro da outra, de forma que a maior contenha todas as outras.
Dentro de cada caixa coloque um cartão contendo uma ordem e embrulhe cada uma como para presente.
Coordenado/a: “Vamos convidar, neste momento, alguns pais para estarem aqui à frente e serem homenageados, homenageando assim todos os pais presentes”.
Coordenado/a: “Convidamos o pai mais idoso (Quando este vier à frente, entregue-lhe a caixa maior que contém as outras caixas e peça-lhe que abra o presente)”.
Ao abrir, encontrará um cartão e a segunda caixa. No cartão, que deve ser lido em voz alta, estará escrito:
“Queira nos desculpar, mas este presente é para o pai mais jovem.”
Coordenado/a: “Convidamos o pai mais jovem (O/A Coordenado/a
 abraça o pai mais jovem, entrega-lhe a segunda caixa e pede que abra)
 Ao abrir, o pai encontrará outra caixa e o segundo cartão, onde lerá:
 “Queira nos desculpar, mas este presente é para o pai que mais vezes leu a Bíblia.”
Coordenado/a:  Dos pais aqui presentes, qual leu a Bíblia mais vezes? Venha aqui à frente. (A dirigente parabeniza este pai, entrega-lhe a 3ª caixa e solicita que abra)
Ao abrir, encontra outra caixa e um cartão, onde lerá:
“Desculpe-nos, mas este presente é para o pai que tem mais filhos.”
E, assim por diante, crie outros motivos para homenagear os pais, como por exemplo, “o pai que mais cedo se levantou hoje”, etc.
Cada pai participante da homenagem deve receber um presente simples (uma caneta, ou uma meia) e a última caixa deve conter as lembranças especialmente preparadas para aquele dia e o cartão: “Distribua estes presentes entre todos os pais” .

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

DINÂMICA - DIA DO ESTUDANTE

11 de agosto... Você que é estudante está de  PARABÉNS !

Estudante é todo aquele que se destina a aprender e tem o desejo de desbravar o novo, o desconhecido.É aquele que é capaz de reinventar o mundo.É aquele que considera   o crescimento como fruto do esforço. Por isso, a gente acredita em VOCÊ.
Sendo assim, vamos falar um pouco sobre a origem desse dia.
"No dia 11 de agosto de 1827, D. Pedro instituiu no Brasil os primeiros cursos de ciências jurídicas e sociais do país. Ele fez isso para quem quisesse estudar não precisasse mais ir para Portugal ou Coimbra atrás do conhecimento.Cem anos depois, Celso Gand Lev propôs uma homenagem a todos estudantes do país. Desde 1927 comemora-se essa data".
Sabemos, no entanto, que todo dia deve ser de comemoração para aquele que estuda, que busca a aprendizagem como crescimento pessoal e profissional.
Encontrei essa dinâmica e achei bem interessante para um dia de aula diferente em comemoração ao "Dia do Estudante".
Um abraço a todos, Zelma.
Roteiro para trabalho em sala de aula

Objetivo: Discutir sobre o papel do(a) estudante na luta por direitos e motivar a organização da Semana do(a) Estudante na escola.

Ambiente: Frases cortadas em forma de quebra-cabeça e embaralhadas, com pedaços para todos os participantes. Elas devem falar sobre Protagonismo Estudantil, a organização dos(as) estudantes, seus espaços de atuação e as lutas estudantis. Exemplos de frases: “Somos jovens e queremos viver de forma plena e bela a nossa cidadania”, “Somos estudantes e nos organizamos para fazer a diferença em nosso país”, “Na escola há muitos espaços que podem ser ocupados para a luta e mobilização pelos direitos dos estudantes”, “Devemos exercer nossa cidadania e lutar pela garantia dos direitos a todos e todas”.

Passos:

Ouvir a música “Vamos fazer um filme” (Renato Russo)


Achei um 3x4 teu e não quis acreditar
Que tinha sido a tanto tempo atrás
Um exemplo de bondade e respeito
Do que o verdadeiro amor é capaz.
A minha escola não tem personagem
A minha escola tem gente de verdade
Alguém falou do fim do mundo,
O fim do mundo já passou
Vamos começar de novo:
Um por todos, todos por um.
O sistema é maus, mas minha turma é legal
Viver é foda , morrer é difícil
Te ver é uma necessidade
Vamos fazer um filme.
E hoje em dia, como é que se diz: "Eu te amo."?
Sem essa de que: "Estou sozinho."
Somos muito mais que isso
Somos pingüim, somos golfinho
Homem, sereia e beija-flor
Leão, leoa e leão-marinho
Eu preciso e quero ter carinho, liberdade e respeito
Chega de opressão.
Quero viver a minha vida em paz.
Quero um milhão de amigos
Quero irmãos e irmãs
Deve de ser cisma minha
Mas a única maneira ainda
De imaginar a minha vida
É vê-la como um musical dos anos trinta
E no meio de um depressão
Te ver e ter beleza e fantasia.
E hoje em dia, como é que se diz: "Eu te amo."?
E hoje em dia, como é que se diz: "Eu te amo."?
E hoje em dia, como é que se diz: "Eu te amo."?
E hoje em dia, vamos fazer um filme ?
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Enquanto a música toca, cada participante deve pegar um pedaço do quebra-cabeça.
Motivar para que os(as) participantes montem as frases. Cada grupo será formado ao unir os pedaços do quebra-cabeça.
Cada grupo discute sobre o conteúdo da frase que montou e o que pode ser feito para que essas frases possam se tornar realidade na sua escola.
A apresentação dos grupos pode ser feita através de texto, encenação etc. que represente como seria a escola se a frase em questão fosse realidade. As ações sugeridas nos grupos podem ser listadas em um cartaz.
Motivar para que a turma discuta, a partir das sugestões dos grupos, quais as ações podem ser realizadas na escola durante a Semana do(a) Estudante.
Ouvir novamente a música.
Concluir motivando os(as) estudantes a se organizarem para desenvolverem essas ações.
Fonte: http://www.pucrs.br/mj/subsidios-dinamicas-43.php

terça-feira, 9 de agosto de 2011

REFLEXÃO


Aos educadores

O ilustre escritor brasileiro Augusto Cury enumera em seu livro intitulado Pais brilhantes, professores fascinantes, o que ele considera os sete pecados capitais dos educadores.
O primeiro deles é corrigir o educando publicamente.
Um educador jamais deveria expor o defeito de uma pessoa, por pior que ele seja, diante dos outros
Um educador deve valorizar mais a pessoa que erra do que o erro da pessoa.
O segundo é expressar autoridade com agressividade.
Os educadores que impõem sua autoridade são aqueles que têm receio das suas próprias fragilidades.
Para que se tenha êxito na educação, é preciso considerar que o diálogo é uma ferramenta educacional
insubstituível.
O terceiro é ser excessivamente crítico: obstruir a infância da criança.
Os fracos condenam, os fortes compreendem, os fracos julgam, os fortes perdoam. Os fracos impõem suas idéias à força, os fortes as expõem com afeto e segurança.
O quarto é punir quando estiver irado e colocar limites sem dar explicações.
A maturidade de uma pessoa é revelada pela forma inteligente com que ela corrige alguém. Jamais coloque limites sem dar explicações.
Para educar, use primeiro o silêncio e depois as idéias. Elogie o educando antes de corrigi-lo ou criticá-lo.
Diga o quanto ele é importante, antes de apontar-lhe o defeito. Ele acolherá melhor suas observações e o amará para sempre.
Quinto: ser impaciente e desistir de educar.
É preciso compreender que por trás de cada educando arredio, de cada jovem agressivo, há uma criança que precisa de afeto.
Todos queremos educar jovens dóceis, mas são os que nos frustram que testam nossa qualidade de educadores. São os filhos complicados que testam a grandeza do nosso amor.
O sexto, é não cumprir com a palavra.
As relações sociais são um contrato assinado no palco da vida. Não o quebre. Não dissimule suas reações. Seja honesto com os educandos. Cumpra o que prometer.
A confiança é um edifício difícil de ser construído, fácil de ser demolido e muito difícil de ser reconstruído.
Sétimo: destruir a esperança e os sonhos,
A maior falha que os educadores podem cometer é destruir a esperança e os sonhos dos jovens.
Sem esperança não há estradas, sem sonhos não há motivação para caminhar.
O mundo pode desabar sobre uma pessoa, ela pode ter perdido tudo na vida, mas, se tem esperança e sonhos, ela tem brilho nos olhos e alegria na alma.
Você que é pai, professor ou responsável pela educação de alguém, considere que há um mundo a ser descoberto dentro de cada criança e de cada jovem.
Só não consegue descobri-lo quem está encarcerado dentro do seu próprio mundo,
Lembre-se que a educação é a única ferramenta capaz de transformar o mundo para melhor, e que essa ferramenta está nas suas mãos.
Do seu uso adequado depende o presente e dependerá o futuro. O jovem é o presente e a criança é a esperança do porvir.
Pense nisso e faça valer a pena o seu título de educador. Eduque. Construa um mundo melhor. Plante no solo dos corações infanto-juvenis as flores da esperança.

Fonte: http://www.reflexoes.com.br/
Autor:Redação  com base no livro Pais brilhantes, professores fascinantes, de Augusto Cury, ed. Sextante.


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

CINE FÓRUM 17 - VIDA DE INSETO


Olá pessoal
Mais um filme trabalhado na disciplina AVALIAÇÃO EDUCACIONAL. 
Um abraço, Zelma. 

FICHA TÉCNICA  
Título original: (A Bug's Life)
Lançamento: 1998 (EUA)
Direção: John Lasseter
Atores: Dave Foley, Kevin Spacey, Julia Louis-Dreyfuss, Hayden Panettiere.
Duração: 96 min
Gênero: Animação


 SINOPSE
O filme produzido em 1998 através de desenhos animados, retrata com animação a relação dos animais, no caso os insetos, com o meio ambiente. A relação que é estabelecida entre eles é regida pelo poder, dos mais fortes (gafanhotos) contra os mais fracos (formigas) sendo essa relação condicionada pelo meio ambiente físico.
A chegada do inverno impulsiona o trabalho das formigas para conseguirem comida para a sua sobrevivência e para alimentar a fúria dos gafanhotos, que mantém com as mesmas uma relação de exploração.
No mundo dos insetos, as formigas são manipuladas pelos gafanhotos, que todos os anos exigem uma quantia de comida. Se as formigas não cumprirem essa exigência, os gafanhotos ameaçam atacar o formigueiro. Mas, em um certo ano, houve um problema com a “oferenda”. É quando Flik, uma formiga cansada de ser oprimida, sai em busca de outros insetos dispostos a ajudar o formigueiro a combater os gafanhotos.
O filme retrata também a relação harmônica que as formigas possuem com o meio ambiente, é dele que as mesmas retiram a comida para a sua sobrevivência e nele que elas se organizam em sociedade.

Após assistir o trecho deste filme reflita e responda as questões, abaixo:

1 - As imagens do filme deixam bem clara a organização social que existe dentro da sociedade das formigas, que assim como a nossa é hierarquizada, além das pressões externas que essa sociedade sofre. Essa organização hierárquica estabelecida nos leva a refletir sobre a moral da história, que se baseia na revolução das formigas contra as pressões as quais eram submetidas. Somente a partir do momento que as “frágeis” formigas deram início a uma luta contra os seus opressores é que a relação de opressor e oprimido foi desfeita, algo que também deveria ser realizado por nós, com o propósito de refazermos a nossa estrutura social. Mas, na relação professor x aluno como vocês analisam a paciência da formiga para que a outra entenda, aprenda o que ela estava repassando, acontece assim na sala de aula? O tempo de aprendizagem do aluno é respeitado? Por quê?

·2 - Fazendo uma analogia do filme com a situação do meio ambiente no mundo real, vemos que, apesar de haver algum controle para evitar abusos contra o meio, muitos casos ficam dependentes, como dito pelo palestrante, da “índole” do fiscal ambiental e de outros agentes, sendo, nesse caso, o meio ambiente a vitima do processo; pois é sempre encarado como uma fonte de riqueza inesgotável que justifique a exploração através da idéia desenvolvimentista, chegando ao disparate de pregar o “desenvolvimento sustentável” sendo que tais palavras jamais deveriam ser conjugadas juntas; pois o desenvolvimento é sempre sustentável, sem dúvida, mas para apenas um grupo de pessoas, os que exploram . Em sala e aula ainda existe relação de oprimidos e opressores acerca da avaliação? Por quê  isso acontece?